Viagem… 2008-2012

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JUN/2008
Minha primeira crônica foi publicada há pouco mais de 10 anos, em junho de 2008, com o nome de INAUGURAÇÃO. Na época eu ainda não era um morador do Lar. Residia sozinho, numa quitinete no bairro do portão, junto à estação Morretes do biarticulado.

Logo depois publiquei MEUS FILHOS, apresentando aos leitores meus únicos filhos. O Pedro é o que me dava cobertura na moradia, me visitando sempre, por vezes trazendo meu neto Rafael e minha nora, Cristiane, ou me levando a visitá-los.

Quase que em série foi a vez do CHINEQUE, quando pude relembrar a minha infância (aos 6 anos de idade), em tempos da segunda guerra mundial e o Pedro deu a maior força para que eu mantivesse o blog.

Próximo à data de aniversário de meu filho Paulo (dia 15/06), peguei carona e o apresentei – Junto com ele minha nora Cláudia e minhas duas netas, Giovanna e Cinthia – na  crônica OS IMIGRANTES onde, informei que, todos os quatro, moravam nos EUA.

No DIA DOS NAMORADOS de junho de 2008, minha crônica foi quase que inteiramente dedicada a uma pessoa de enorme importância na minha vida por tal, voltei a falar dela, a Marisa, recentemente, em outra crônica OBITUÁRIO em novembro de 2017. Saudades da minha parceira !

Dia seguinte, ou seja 13 de junho de 2008, caiu numa sexta-feira e eu não pude deixar de fazer uma publicação, concernente à data, em SEXTA- FEIRA 13, me meto a desvendar as origens e razões deste dia tido como azarado.

Ainda em junho em uma outra crônica UM RESGATE, contei que minha neta, aluna do CEFET-PR,  ao cumprir as tarefas de um curso para programadora de computador, me levou a resgatar belas memórias de minha vida.

Junho continuou se mostrando um mês profícuo para minhas crônicas rememorativas de meus familiares. Em PORCOS SELVAGENS, copio um trecho de uma postagem de cunho político e, ao final atiro confetes no bom caráter de meus filhos.

E antes mesmo de junho terminar, publiquei algo bem prosaico. Em IDOSO, falo de como me utilizo das vantagens que tínhamos nas viagens interestaduais.

JUL/2008.
Iniciei Julho, logo em seu primeiro dia, com a veia humorística meio exacerbada, quando publiquei a crônica DE VOLTA… Tentem entender o corôa !

Logo após e subitamente inspirado – publiquei NOVAMENTE . Aí fiz uma auto avaliação muito mais com  intenção de dizer que estava no controle, a solidão não mandava em mim… Mentira… Desculpas exageradas… era f….

Tem nada, mas eu tinha o Pedro que tinha a Fernanda, filha de um casamento que naufragou logo no início.  A primeira que me deu condição de SER AVÔ. Aí a crônica fluiu que foi uma beleza… Virei poeta… Descobri até que podia ser capaz de construir um acróstico. Lindo.

Foi depois disso que  fiz despertar o antigo, e felizmente falido ativista político…    Já contei que estive preso na Ilha Grande, quando membro da UNE em 1965? Pois é. Em  FAZER DIREITO achei de encerrar a crônica, insinuando com toda a maldade que o governante (Lula na ocasião), era semianalfabeto.

Então tornei a voltar à juventude e lembrar fatos de que nossa família, orbitava em torno de Fábricas de Tecidos. Em TECENDO CONSIDERAÇÕES detalho aquele universo que nos envolveu a todos familiares, na zona norte carioca.

OUT/2008.
Em outubro, ainda falo de família e, noticio que Pedro e eu estamos esperando um abençoado acréscimo, afinal DUDA VEM AÍ. Vamos esperá-la, ansiosos.

NOV/2008.
Comecei o novembro escrevendo sobre a velocidade e a influência do tempo em nossas vidas. TEMPO VELOZ, descreve minha experiência  com o fato.

Quando ingressei aqui no Lar de Idosos Recanto Tarumã, e pude descobrir que VELHICE É UM PRIVILÉGIO. Isso em novembro,  dois meses depois, bem as vésperas de completar 72 anos. Na época até fui figurante do grupo musical, Os Velhos Guris, que se apresentou no Teatro da Reitoria da UFPR. Vocês viram as fotos?

JAN/2009.
…Janeiro de 2009 – CRÔNICAS DE UM IDOSO, Passou a ser o título que até hoje é mantido para este Blog. Foi onde e quando comecei a tratar com maior seriedade e carinho os relatos da minha nova opção de vida. Ser morador de um Lar de Idosos, em convívio direto com “indivíduos com amplo tempo livre”.

Logo de cara, achei que a experiência seria marcante e cheia de perspectivas de aproveitamento dos meus “dotes”, em UM ESTRANHO NO NINHO deu para ver-se um Jurandyr muito cheio das intenções de vir a ser um “Bom Pastor” alí na Casa… O cara… Coitado, não sabia de nada!

O homem, ex-analista de sistemas, sem a mínima ideia das realidades de como funcionava a instituição, liberou O PODER LÚDICO, contendo “instruções”  de como deveria funcionar a terapia ocupacional no Lar, e completei a “invasão” com INCLUSÃO DIGITAL

A colisão frontal com os critérios que vinham sendo estabelecidos pela recém-criada,  equipe multidisciplinar da Casa, foi  devastadora para meus projetos de ditar normas de funcionamento… afinal, eu era apenas um morador, nada mais.

Levei tempo, para me reequilibrar. Durou todo o restante do ano de 2009, a fase   sem publicações, enquanto eu digeria o “sossega leão” a mim imposto pela moça que era a principal articuladora e condutora da equipe.

JAN/2010.
Somente em  janeiro de 2010, voltei com AUTO COMPROMISSO meio que ainda com a mania de Analista de Sistemas aposentado,  crítico e aconselhador de novos métodos.

FEV/2010.
Mês seguinte (fevereiro), publiquei uma narrativa acerca do falecimento de um dos nossos, sob o título MORRER FELIZ. , pois achei ser a sensação que eu teria, se fosse comigo….  É, o cronista não aprendia, mesmo!…

MAR/2011.
Só em março do ano seguinte (2011), voltei com a crônica HÁ 25 ANOS.  Nela, nada comentei relacionado aqui ao Lar.    Somente narrados episódios e experiências minhas e da família no retorno que fazíamos a Curitiba.

ABR/2011.
Foi em abril que publiquei ALÔ ALÔ REALENGO, onde ainda não curado da mania de criticar o que achava errado, desabei uma avalanche de impropérios contra o trabalho do pessoal de imprensa em suas coberturas dos fatos. Os caras nem sabiam da minha existência…

MAI/2011.
Em maio dei uma amenizada e resolvi homenagear minha neta pelo aniversário de 16 anos e, agora moradora e cidadã Norte Americana. A crônica que intitulei SOB DUAS BANDEIRAS, foi na realidade um preito de saudades aos ramos de mim, que se alojaram em outras paragens, deslocando-se um pouco, a árvore genealógica.

Ainda em maio voltei a escancarar detalhes da minha jornada da vida por onde conduzi, a mim mesmo e também a eles, meus filhos e a mãe deles, além de papagaio, gatos e cães se nós os tivéssemos. Em O CAMINHO escrevo em longo texto, quase um romance, tudo desde o início do meu casamento e, ainda no Rio de Janeiro,  até o aporte aqui no Lar dos Idosos Recanto Tarumã.

JUL/2011.
Dois meses depois (julho) foi a vez de voltar a falar daqui e de nós.  Compus um louvor ao trabalho do voluntariado e do quanto pode tornar-se benéfico para o doador de seu tempo e atenção. Na crônica SER VOLUNTÁRIO, tentativa de recuperar uma não muito boa impressão, que andei causando nas minhas outras publicações.

OUT/2011.
Outubro escrevi de novo. Havia acontecido uma tonelada de coisas e eu estava louco para registrá-las, em GOSTO DE ENVELHECER, iniciei o mau hábito de pescar textos interessantes na Internet e incorporá-lo nas crônicas em busca de ilustrações para minhas colocações. Mais tarde, levei um puxão de orelhas dado por Pedro, meu filho por esta prática.

JAN/2012.
Em janeiro de 2012, antes que Pedro tivesse puxado minhas orelhas, dei um “passeio” e “olé”  ao publicar a próxima crônica: ZONA DE CONFORTO, olhem só a “cara de pau” do autor.

SET/2012.
Estávamos em 2012 e o dia, 27 de setembro.   O dia e mês evocava-me algumas boas lembranças no meu relacionamento com meus filhos, então publiquei nova crônica com o título DIAS DE SÃO COSME E DAMIÃO  e, ali bem na minha forma meio endoidecida, relatei as tais lembranças além de identificar alguns de novos personagens para o conhecimento dos meus leitores, seguidores.

NOV/2012.
Somente em novembro, como auto crítica, publiquei SER OU NÃO SER, com a intenção de definir minhas atividades de “blogueiro” ainda porque, um convite de universitários para que eu falasse de nós – idosos institucionalizados – para alunos de um curso de administração da Faculdade, inflou ainda mais meu ego.

“Ligadão”, dias depois publiquei uma espécie de “matéria de auto ajuda”. Alí fui trazendo à baila famosa personagem das leituras de minha infância, com o claro intuito de levantar o austral de uma amiga da Casa. Em POLYANNA prossegui o experimento de tentar ilustrar as matérias publicadas.

Uma das matérias, mais emocionantes para mim, quer pelas lembranças de um de seus protagonistas – atualmente não mais entre nós – quer pela repercussão  obtida  na época. Intitulou-se 1979 e 1980. Até hoje estou literalmente sentado em um dos vários resultados obtidos. Minha cadeira é automóvel c/ “joy Stick”.

Então, ainda em novembro, chegou a data de meu aniversário e eu, em louvor dos sentimentos e atenções recebidos, não só daqui de dentro do Lar, como da gente de fora e que eu muito amo, publiquei FELIZ ANIVERSÁRIO.

DEZ/2012.
Uma semana depois, já entrado em dezembro, publiquei ESTAR FELIZ, pela alegria de não me sentir só. Não tem preço… Logo após um contato mais direto com o pessoal do Instituto História Viva, saiu EXTREMIDADES, onde pude externar o quanto de esperanças no futuro ainda podemos ter.

Ainda em dezembro,  em TODOS ESTÃO SURDOS, me fixo na exaltação da letra da canção de mesmo nome com Roberto Carlos… Afinal gente, fim de ano onde sempre é aguardado o “Especial do Rei’ na TV. Com SOBREVIVENTE, eu desenvolvo uma espécie de charge sobre previsões de fim do mundo.

Aí, publico matéria de encerramento do 2012, fazendo considerações sobre o que de futuro poderia advir e aproveito para ressaltar e agradecer as pessoas e grupos de voluntários, pela sua presença aqui conosco, despejando para dentro desses nossos muros, solidariedade, carinho e atenções. Em ANO QUE VEM

Aqui dou por concluída a primeira fase do meu “livro”. Outras se seguirão, logo após a retomada de vocês leitores amigos. Para prosseguir, basta seguir para janeiro de 2013.