CRISES …

Segunda feira, 03 de abril de 2017. Na minha já extensa passagem por esta vida, testemunhei e vivenciei uma apreciável quantidade de CRISES. Algumas tradicionais, como as CRISES da infância, da adolescência, de identidade, do casamento, da meia idade, da terceira idade, etc,.; CRISES existenciais, financeiras, políticas, de consciência e mais uma carrada de muitas outras comuns e, segundo a vã filosofia, necessárias a todos nós viventes.

Necessárias sim porque é no enfrentamento delas que nos é dada a oportunidade de crescer e nos proteger das múltiplas e inesperadas incontingências da vida. Alguns de nós não conseguem se aproveitar dessas oportunidades e teimam em se revoltar quando envolvidos por elas. Mas, o que fazer? Como dizia jocosamente minha velha tia Palmira “ninguém se acostuma com o que é ruim”.

__ Velho é uma bosta! Aposto que está querendo nos ensinar a ser pacientes e aguentar “sem chiar”, qual é, vovô? É o que provavelmente vão clamar alguns de meus mais jovens leitores. Calma, gente! Sejam pacientes, comigo. Não pretendo ensinar nada a ninguém. Só estou discorrendo sobre um tema que sempre me intrigou. CRISES, sempre existiram e vão existir, tornaram-se uma constante desde que o mundo é mundo, animais irracionais e plantas têm fases críticas de evolução assim como a própria Terra e seus componentes geológicos e astrológicos.

Mas, o Homem conseguiu dramatizar a coisa toda, vem tentando há séculos localizar e neutralizar os elementos autores e, na modernidade, estabelecer gestores com as funções de tentar impedir e contornar, apenas contornar, as CRISES.Eu acho que apenas deveríamos navegar por cima ou por dentro delas,  simplesmente… O que viria a ser (ou será) a função dos tais gestores.

Segundo este meu raciocínio a fórmula para a “navegação” seria basicamente empática, ou seja, O gestor direta ou indiretamente envolvido na crise se colocaria no lugar dos outros atores sociais, além da natural gestão de todos os atributos dos objetos existentes na rota da mesma crise.

E caberia aos demais atores serem incentivados a se preparar para ser um exemplo de  resiliência. >>>>>>>>

Bom isso é o que eu acho. Desculpem-me, “achismo” de velho…

__ “ Este velho é um bosta, mesmo…” os mais jovens leitores tinham razão… “ o cara está querendo ensinar-nos a superar” …

… CRISES

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