TRILOGIA…

Domingo, 18 de  março de 2018. Nos cinemas e livros, autores lançam algumas obras em formato de TRILOGIA. Como sabemos, a coisa nasce quando a obra suscita certo interesse de um público que, ao término da sessão ou leitura, fica com um aquele gostinho de quero mais… O autor acaba produzindo mais uma em sequência (continuação) e logo após outra, derradeira, justificando e encerrando o tríduo. E a obra, como um todo,  ganha o aspecto de início, meio e fim.

Se vocês forem à Internet em busca de “Maiores Trilogias do Cinema”, ou ainda “Melhores Trilogias Românticas”, vão, acredito que como eu, se espantar e até se deslumbrar com o que vimos tendo e perdendo em curiosidade e satisfação…

Quer dizer, não é bem assim. O tal espanto e o deslumbramento perdidos não é para tudo e muito menos para todos, senão vejamos. No cinema, sagas como as contidas em épicas TRILOGIAS, como a de Star Trek  (“A Ira de Khan”, ano 1982; “A Procura de Spock”, de 1984 e “De Volta Para Casa” em 1986) ou outra Senhor dos Anéis, em 2000, 2002 e 2003, tudo bem !

Porém, as rotuladas como românticas e, publicadas em livros, são normalmente  ofertadas e servidas com apimentados molhos de ansiedade e erotismo, ai o véio de 81, perde o direito do deslumbre acima citado porque, afinal “Cinquenta Tons de Cinza”; “Tons Mais Escuros” e “Tons de Liberdade”? Não, isso não me pertence mais !

fernandaEu diria que isto tende a pertencer bem mais, a gente assim  como minha amiga e fisioterapeuta Fernanda Cury e ao seu ex-noivo Jean que, no sábado da última semana – em grande estilo –   usaram uma bucólica praia na Ilha do Mel, para festar com amigos(as) seu matrimônio, cuidadosamente planejado e há muito aguardado pelo jovem casal. “Muitos Tons de Felicidade”.

Aí o autor dessas crônicas começa a imaginar e crer na possibilidade de fazer da sua mais recente saga, também, uma TRILOGIA. A saga em questão eu a iniciei quando publiquei, em meios de fevereiro, Coisa de Louco, atraindo a mim próprio a idéia de nadar e fazer exercícios em um pavilhão, com piscina de hidroginástica, próprio do Nosso Lar dos Idosos.

Em uma segunda crônica no domingo passado, a Inquietude, ousei propor que uma turma de Arquitetura de nossa vizinha Unibrasil, viesse estudar e compor um projeto para o pavilhão da hidro. Na ocasião, senti a felicidade de atrair, ainda que de forma inadvertida, a Profa. Isabella Soares Nascimento importante figura do nosso meio da arquitetura, que me atendeu com doçura e atenção.

Agora só me resta para complementar minha própria TRILOGIA, publicar um pouco mais oportunamente a crônica que chamarei de Realização, onde estarei expondo com detalhes a conclusão do aprovado projeto que irá “encaixar” o tal pavilhão da hidroginástica bem alí no espaço de 140 metros quadrados, no lado direito de nossa academia de fisioterapia.

Que fique bem evidenciado — que o fato da, agora senhora, Fernanda mencionada acima, dividir as funções de fisioterapeuta com a Bárbara na mesma  Academia que quase abraçará o estimado pavilhão — trata-se de mera coincidência… Uma linda e feliz coincidência, que será descrita na crônica Realização, a última da minha…

TRILOGIA

 

 

 

 

 

 

                       

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