COGNIÇÃO DO IDOSO…

Domingo, 07 de abril de 2019.  O quanto será que eu  ainda possuo em grau de capacidade cognitiva? E estes meus companheiros que comigo convivem aqui neste Lar  De Idosos onde venho residindo há pouco mais de dez anos? Aliás, pergunto a mim mesmo, como será que a equipe multidisciplinar da Casa avalia isso?

Antes de mais nada, melhor irmos à Internet nos inteirar do que vem a ser essa tal de COGNIÇÃO, tão mencionado e até badalado vocábulo, por aqui.

“…., podemos dizer que cognição é a forma como o cérebro percebe, aprende, recorda e pensa sobre toda informação captada através dos cinco sentidos, bem como as informações que são disponibilizadas pelo armazenamento da memória, isto é, a cognição processa as informações sensoriais que vem dos estímulos do ambiente que estamos e também processsa o conteúdo que retemos em relação às nossas experiências vividas…”.Wikipédia.

fILHOS DO ANICETOAí me lembro da infância que tive e já andei descrevendo por essas crônicas doidas que tenho publicado. Meus pai e tios (seis irmãos, mineirinhos – foto acima) deixavam que eu soubesse das colocações feitas por meu avô (pai deles) para o exercício da vida. Uma delas é que “você precisa saber sempre quem é, onde está, que dia é hoje, e nunca ignorar o entorno”, que por sinal tenho procurado utilizar, por todos esses anos, até agora.

fernanda
Tudo isso por que Fernanda Cury – a feliz nubente da foto e uma de nossas fisioterapeutas integrante da referida equipe multidisciplinar – em resposta à minha pergunta de como está indo em seu curso de mestrado, me confidenciou ter recebido da orientadora a incumbência de apresentar um trabalho sobre um guia da avaliação cognitiva de idosos.

Até aí, tudo bem e tudo a ver com a atividade e o local de trabalho dela. A questão que nos levou a animado embate verbal foi o fato de o guia em questão ser um de produção norte-americana, que parece estar “bombando” na área do atendimento terapeuta. Fernanda tem a tarefa de traduzi-lo e mensurá-lo para adaptação e utilização aqui em nossa cultura tipicamente latina.

Chegamos – eu e ela – ao consenso de que não vai ser nada fácil uma vez que nossa experiência por aqui – eu como mero espectador curioso – nos indica uma considerável gama de diversidade comportamental dessa população que vem sendo atendida por ela aqui no Lar e imaginamos o quanto poderá diferir daquelas outras inspiradoras do material (guia) em questão, em outro país.

Mais, convenhamos, é um senhor desafio que nossa menina enfrentará e, com toda sua competência e principalmente vontade de servir, acabará produzindo em nosso idioma uma bela tradução daquele guia de avaliação da…

COGNIÇÃO DO IDOSO.

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