ÉRAMOS SEIS…

Domingo, 12 de julho de 2020. Lembro-me do ano, 2010. Posamos para uma foto… uma linda foto, com os VELHOS GURIS. La estávamos nós: Claudimara abraçada ao violão, e logo após o Zézinho boca de cantor, seguido do Toninho que dizia que todos eram bons quando estavam dormindo, o cronista agitando o ganzá, tendo ao lado o saudoso e eminente “TUCA DO PANDEIRO” (Odamir) e, pra finalizar Leônidas na bateria.
Eternos Velhos Guris_20200401_0001

Entre árvores vislumbrava-se a parede da ala 2 com suas janelas azuis… e muita… muita poesia envolta no som… “Saudosa Maloca, Maloca querida, dididonde nós passemo dias feliz de nossas vidas”… “Se o senhor num tá lembrado, dá licença de eu falá”.

Nada de pandemia em torno, ou à nossa volta. Mesmo assim Quatro dos seis se foram. Um momento: Um deles não. Suas cinzas estão plantadas no espaço em frente à sala de jogos… Ando cogitando obter para mim um lugar ao lado dele!… Quando eu me for!… E eu me vou!.

Claudimara, perdão querida, mas, tudo indica que eu devo ir na sua frente… com todo o respeito. Até esse momento, recordemos, querida musicoterapeuta. Resta-nos a lembrança de que…

ÉRAMOS SEIS.

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