Viagem… (2019)

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JANEIRO.
Aqui, em janeiro de 2019, tivemos um início de ano um tanto melancólico com a perda de um morador incrivelmente DISCIPLINADO, ídolo, um exemplo a ser seguido.

Na publicação seguinte, decidi então extrapolar meus sentimentos. EMOÇÕES, foi o título e razão da crônica, ilustrada e musicada.

Em meio aos trabalhos de revitalização do Lar – forros, pisos e paredes – fiz uma visita à casa de meu filho, depois produzi e publiquei PAREDES, crônica bastante reveladora, para todas as pessoas… de quem eu gosto… com direito a final com vídeo da Rede.

19 de janeiro é aniversário da minha primeira irmã. Por isso uma CARTA ABERTA para Fatima, minha sobrinha, alem de uma recordação em PRIMOGÊNITO.

Dia seguinte, me encontro em CASA NO CAMPO, simbolicamente é claro.

Em NUVEM PASSAGEIRA, decidi lembrar o que sou… o que somos! (Com direito a belíssimo vídeo musical, no fim).

Encerrei janeiro, efetuando um “reblog” através de COM CARINHO 2.

FEVEREIRO.
A primeira publicação datada de 01 fevereiro, na verdade, conteve uma crônica do dia 31 de janeiro, que chamei de DOAÇÕES  – pois abarcava um texto com exemplos e convite para essa ação tão importante para o Lar.

No primeiro domingo de fevereiro, usei a crônica para fazer um pedido pessoal  (na verdade um apelo) usando o idioma inglês, assim nasceu GIVE ME A HUG, PLEASE

Segundo domingo, compus PANORAMICA, publiquei, após analisar e discorrer sobre este meu “wonderfull space“.

O terceiro domingo eu o utilizei para “implicitar”  um estado de coisas que têm me causado certo desconforto. Aí. embarquei na letra da canção GUERREIRO MENINO.

No mesmo dia, “rebloguei” homenagem a UM SER IDOSO, meu amigo.

No sábado – último do mês – com ACRÓSTICOS, passeei de novo com minha veia poética em ação. E no dia seguinte publiquei PERCALÇOS, para divulgar uma face   da labuta de nossas queridas cuidadoras.

MARCO.
Logo no primeiro dia de março, promovi um “reblogue” indo buscar e comentar uma crônica de 2011, que levava o rótulo de HÁ 25 ANOS. Legal abrir o mês assim.

No primeiro domingo do mês, coincidentemente carnaval, publiquei algo com referência a uma canção de Roberto Carlos, e denominei ESTOU QUERENDO. Vejam, ouçam  e apreciem.

Ultrapassado  mais um Dia Internacional da Mulher, em 8 de março, só esperei chegar ao domingo para publicar A MULHER E SEU DIA em pálida homenagem.

Aniversário na família (dia 16). Domingo (17) publico MEU NETO, o aniversariante e dia seguinte (18) decido “reblogar”  O FIO DA MEADA, crônica de seis anos atrás.
No dia 20, encerramento do verão faço novo “reblogue” com NOVAMENTE  OUTONO.

No domingo (24), com ENFERMEIROS DA NOITE, busco saudar uma nova iniciativa dos dirigentes da Casa. Dia seguinte cá estou eu “reblogando” MUDOU BASTANTE de junho de 2013.

Como março ainda não terminou, peguei carona antecipada no dia 28 e decidi encerrar o mês com PARTIDA, sempre muito agradecido ao Criador por não haver chegado ainda a esse momento da minha vida.

Encerrei nada, dia 31 ainda pude encaixar um relato bem revelador descoberto em uma reportagem sobre um BOM PIÁ.

ABRIL.
Primeiro domingo de abril e eu já tremendamente inspirado, abordei a questão de como se processa a COGNIÇÃO DO IDOSO.  Vocês sabem o que é isso?

Sábado dia 13 “rebloguei” DE OITO AOS OITENTA de 2017, num arroubo de saudade pela minha netinha DUDA, aniversariante do mês.

Terceiro domingo… de páscoa,  elegi e evoquei uma COELHINHA, querida.

Abril quase terminando… Que tal falar de ESSÊNCIA DIVINA, vamos ver.

Às vésperas do primeiro de maio, Dia do Trabalho, decidi “reblogar” algo do mês passado, nada mais nada menos que ENFERMEIROS DA NOITE

MAIO.
Comecei o mês publicando MY GRANDDAUGHTER. Alí me aproveitei (dia 04/05do aniversário  da Giovanna  para saudá-la em conjunto com minhas outras duas netas moradoras na outra metade do planeta Terra,

Dia seguinte “rebloguei” DOMINGO PEDE CACHIMBO, um “clássico” de seis anos atrás.

Dia das mães (segundo domingo de maio) e eu lembro de divulgar e deixar bem claro que sou um FILHO DA MÃE.

Me detive com reflexão sobre o PODER & SABER e quer saber? não sei se ainda estou podendo!

Usei a oportunidade do Dia Internacional do Técnico e Auxiliar de Enfermagem (20/05) para voltar a lembrar  “reblogar” os VELHOS GURIS.

Maio finalizando, inverno se estabelecendo. Após a visita de universitários cobertos com maquiagem lúdica de cores profusas no sábado,  amanheci domingo inspirado em auto promoção pessoal e publiquei ESSE CARA SOU EU, por que não? Que venha junho…

JUNHO.
Aí chegamos a um junho friorento e eu publico ALÉM DE SI MESMO, uma crônica descrevendo o envolvimento do pessoal da Casa,  com o término de nossa passagem material, por suas vidas.

Ainda no dia 5 decidi “reblogar” e trazer de volta uma reflexão sôbre a ESPERANÇA, que havia publicado cerca de uns dez meses atrás.

Escolhi o segundo domingo para retornar a um assunto que me deixa bastante desconfortável. E o da utilização do nosso Lar para absorver alguns indivíduos que a Sociedade e o Ministério Público determina que requerem amparo contra o que é conhecida com VULNERABILIDADE SOCIAL. Os caras deitam e rolam na passividade e na indolência aqui em nosso meio.

Publiquei uma crônica que quase cheguei a crê-la improvável pois cheguei a acreditar que uma crise visceral interromperia minha estada neste plano. Eu morto não poderia editar PARADA INDIGESTA.

Dia 25, zangadinho publiquei IDOSO REVOLTADO, quando me senti cerceado do direito de acessar meu próprio Blog.

Para encerrar o mês, fiz uma peripécia e ATRAVESSEI A RUA

JULHO.
Logo no início do mês, decidi “reblogar” crônica anterior, SOBREVIVENDO-2 que relata de maneira explícita, como tenho vivido por aqui.

Dia seguinte outro “reblog”. Em PECADOS CAPITAIS, fui recordar reflexões de um ano atrás.

No SEIS DE JULHO, minha neta Fernanda completou 30 anos, saiu de Berlim e foi para o Canadá, com marido a tiracolo.

Três dias depois lá estava eu “reblogando” NOVAMENTE.

Dia 14, duas outras netas, saem dos EUA e dão um pulinho aqui em Curitiba e eu pude constatar que DECIDIDAMENTE, CRESCERAM.

Dia 21 um jovem que lutou bastante, veio me trazer RELATOS DE UMA SATISFAÇÃO,  pela vitória obtida.

Dia 26, novo Dia do Avô, tornei a “reblogar”  com  GOSTO DE ENVELHECER.

Domingo, 28  mais uma vez “reblog” , Qual era a boa em outubro de 2016?

AGOSTO.
Começando agosto, logo no início (dia 11 – Dia dos Pais) fui buscar e “reblogar” uma publicação de quatro anos atrás e que homenageava quatro pais. (O QUARTETO).

Logo após capturo uma postagem no “Face”, ELA É ENFERMEIRA… Quem postou foi nossa neta Juliana Castro que ainda não é mas, quer ser.

Uma linda criança, VANESSA CARVALHO voltou para cuidar de nós… os seus avós…

Em seu rastro, dia seguinte chegou também sua EXCELÊNCIA, Fernanda Izabelle eu acho que estamos com sorte.

No domingo dia 18, olho através do FILTRO DOS SONHOS, e só consigo enxergar outra neta, Thifany Brenda.

Entre tudo isso a morte me obriga a publicar algo em torno de uma CADEIRA VAZIA.

No sábado 24, meu filho e família assim como grupos de visitantes, tudo só gente bonita, fizeram-me contar no dia seguinte tudo  sobre meu SABADO BACANA.

Aí em, 29 dia do VOLUNTARIADO, decidi textualizar mais uma vez a recordação da experiência mais marcante da minha vida.

Encerrei o mês falando de ALINE SCHMIDTH, uma das importantes queridas amigas que conheci no Lar.

SETEMBRO.
Dia primeiro e eu, com a asa quebrada por acontecimentos insólitos, busco ironizar a coisa toda com O QUE É O QUE É, de Gonzaguinha.

Dois dias depois prossigo tentando me justificar e vou buscar amparo na quase lenda do AMOR PLATÔNICO.

Dificuldade para manter-me acordado? Então publico MADRUGADA INSONE.

Sete de setembro e o brado “Independência ou Morte“… não, prefiro um outro brado meu “DEPENDÊNCIA E VIDA“.

Imaginemos que para a espera do fim de nossa passagem por este plano terrestre tenhamos que refletir por sobre nosso momento NA FILA.

Fernanda Cury Teigão, uma de nossas fisioterapeutas, apresenta em seu curso de mestrado na PUC um trabalho, e eu faço um  relato em MINERAÇÃO DE DADOS.

Em minhas leituras noturnas descubro um filósofo dos primórdios da era cristã e incluo no blog,  EPICTETO, onde transcrevo trechos do seu livro “A Arte de Viver‘.

OUTUBRO.
Logo no primeiro dia do mês, coincidentemente Dia Internacional do Idoso, decido revelar aos leitores alguns dos atos de lazer que pratico aqui no Lar e, ao publicar PODEM ME CHAMAR, ALBERTO, mostro de uma forma um pouco jocosa um lado meu de “menino levado”.

Dia 10, aniversário de Cinthia, minha neta americanizada. Ilustro a crônica com uma breve coleção de suas fotos e a rotulo CINQUENTA TONS DE CINTHIA, coisas de avô babão.

Dois dias depois, aproveito O Dia da Criança, aqui no Brasil e exibo meu único neto, e junto umas recomendações e sugestões ao RAFAEL DE OLIVEIRA.

No dia 15, apenas me disponho a falar de SOM, IMAGEM E PENSAMENTOS, para meus leitores.

Dia 28, decidi revelar minha mais recente leitura noturna; escrevi sobre Sêneca, filósofo de cerca de dois mil anos, SOBRE A MORTE aborda minha visão e leitura do livro que o pensador intitulou de Edificar-se para a morte.

NOVEMBRO.
Logo no primeiro dia de novembro, decidi justificar (quase traduzir) uma expressão jocosa, A CONCORRÊNCIA DO GOOGLE, usada em crônica anterior e ao mesmo tempo falar do “abandono dos seus conhecimentos“, que o idoso sofre.

Dia seguinte, revelei outra das cartas de Sêneca, a EPÍSTOLA 65, com associações impressionantes formuladas por este notável pensador.

No dia sete, atacado de uma crise de insônia, postei algo revelando minha incontrolável admiração às nossas cuidadoras em DUZENTOS E SETENTA E CINCO.

Inaugurando a nova linha de publicar aquilo que sente o cronista começo, no dia nove, com SINTO-ME SÓ; Dia seguinte (10), com SINTO DÚVIDAS, exponho uma  certa desconfiança dos nossos órgãos oficiais da Justiça.

Dia 11, com SINTO-ME INDIVÍDUO, procuro deixar patente que eu não sou todo mundo e logo a seguir, com SINTO-ME SOLIDÁRIO, envio uma espécie de “recadinhos” a certos indivíduos aí de fora.

No dia 14, com o famoso filósofo e teólogo Santo Agostinho, SINTO-ME AGRADECIDO.

Domingo 17 após haver lido um livro, com a narrativa de uma escritora médica que passou por uma experiência de quase morte, “Fui ao Céu e Voltei“, pude perceber o quanto SINTO-ME MEDITATIVO.

Já no dia 20, refletindo por sobre o fato da generosidade Divina, me manter idoso, mas vivo e lúcido aqui no Planeta, percebi que SINTO-ME BUSCANDO, a razão para tal atitude do Criador.

Dois dias depois, em SINTO-ME REMEMORATIVO, decidi “reblogar” uma crônica muito especial para mim.

Na véspera do meu aniversário, publiquei SINTO-ME SAGITARIANO, com novo “reblog”.

E no dia, SENTINDO-ME O PRIMOGÊNITO, decidi modestamente, promover minha auto exaltação.

Quatro dias após, não só eu mas também todos moradores, mantenedores e trabalhadores do Lar, SENTIMO-NOS NA REDE.

DEZEMBRO.

No comecinho de dezembro, senti necessidade de responder algumas injúrias externas — alegando que SENTI FIRMEZA contidas no que considerei um desabafo de um jovem, provavelmente apaixonado, talvez por si próprio.

Pulei um domingo em que estava com o equipamento prejudicado, mas na segunda usei o computador de uso comum da Casa onde SINTO-ME NA NUVEM, para relatar uma incursão nossa na Universidade Federal do Paraná.

Em uma madrugada, prestando desusada atenção na letra de uma canção de Roberto e Erasmo Carlos, SINTO-ME ORANDO.

 Outra vez, música na madrugada e SINTO-ME FORTALECIDO, desta feita com Caetano Velloso.

De volta ao domingo, SINTO-ME UM CONDOR, onde, incorrigivelmente, com o recurso de trocadilhos infames e piada de duplo sentido, falo da atenção que me dedicam aqui no Lar.

Ainda era o dia 18 e eu nem sei bem por que, resolvi publicar uma retrospectiva do ano num post  que intitulei SINTO-ME RETROSPECTIVO. O velho está começando a pirar.

Já no dia 23, “rebloguei” a crônica de inauguração do blog, ocorrida há onze anos atrás. fiz isso em SINTO-ME EM 2008.

Na véspera do Natal, fiz questão de mostrar aos leitores o quanto SINTO-ME EM PAZ

E dia seguinte, afirmava categoricamente: SINTO-ME NATALINO.  Foi aí que uma febre musical se apossou de mim e me fez soltar logo duas crônicas do tipo. Em uma delas fui evocar minhas saudades da Alcione com SINTO-ME SAUDOSO enquanto numa outra confessei que SINTO A NECESSIDADE, de falar com o CRIADOR.

Encerrei o ano com um lamento: SINTO-ME INJUSTIÇADO, por episódios lamentáveis que me trouxeram um grande desconforto a esse final de 2019.