Viagem… (2020)

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JANEIRO.

Entrei em janeiro de 2020, decidido a deixar bem claro que SINTO-ME DEPENDENTE, com imensa satisfação. Então logo no quarto dia do mês e do ano, inexplicavelmente cometi um “reblog” que intitulei de SINTO-ME EMOTIVO, , logo após três dias, com toda a humildade me confessava o quanto SENTIMENTAL EU SOU.

Já no dia nove, ao confrontar  presente, passado e futuro acabei relatando e publicando  que por vezes SINTO FALTA DE EQUILÍBRIO. entre os três tempos verbais. No dia seguinte tive um surto repentino e fora de controle, aí em SINTO-ME ENVERGONHADO, relatei as causas e consequências.

Dia 12, já recuperado da “insanidade” pude descrever o despertar tranquilo em um domingo de paz, e escrevi SINTO-ME DESPERTANDO. No dia seguinte decidi publicar uma exaltação ao primeiro dia da semana com SINTO-ME SEGUNDANDO.

Na quarta-feira, ensaiei uma leve crítica ao sistema de rodízio dos nossos cuidadores, com SINTO-ME RODOPIANDO. mas logo depois, na quinta, ao ouvir  músicas que no passado andaram mexendo comigo, declarava: SINTO-ME NOSTÁLGICO.

Dia 19 de janeiro, aniversário de Iracy,  uma das minhas irmãs, SENTI-ME FRATERNO e decidi trazer de volta uma postagem de seis anos atrás logo em seguida, (no dia 20) expus imagens do aniversariante Rio de Janeiro, onde sempre SINTO MUSICALIDADE.

Dois dias depois, não sei bem por que, fui recordar um tempo em que aqui, no início da minha residência, SENTI ESTRANHEZA… Mas, esse tempo passou e com a ajuda do meu equipamento hoje SINTO-ME LABORANDO, tranquilo.

Decidi confessar-me seguidor de novelas em SINTO-ME TELEVISIVO, logo depois rotulei-me SINTO-ME QUIETO, não precisando de literatura de auto ajuda e encerrei o mês com disposição de cantar, por isso declarei: SINTO-ME CANORO.

FEVEREIRO.

Com SINTO-ME PLENO, abri o mês de fevereiro, consciente de que alardear a natureza, ouvir boa música e notar e apreciar os cuidadores de mim, conferem plenitude total. Logo após (dia seguinte) reprisei crônica antiga falando sobre meu dom de saber como conviver,  dando a esta entrada o título de SINTO-ME BEM AQUI.

Dia 04, voltei a “reblogar” unicamente para saudar nossas meninas afirmando-lhes que somos todos “nuvens passageiras” pelo que SINTO-ME SATISFEITO; e dia 06, a partir de uma publicação sobre o valor e a importância do seu trabalho afirmei de forma categórica: SINTO-ME TESTEMUNHA

Fazer outro “reblogue” do mesmo dia 09, domingo em 2014, SINTO IMPORTANTE, Depois disso, outro ‘reblogue” para dizer SINTO QUE MORO BEM. seguido de uma poesia para dizer o quanto SINTO-ME RANZINZA.

Domingo 16, voltei a falar de um sonho de 2018 em SINTO-ME AINDA SONHANDO. Já no sábado (16 ), achei por bem apresentar em SINTO O CARNAVAL PASSADO, uma canção do meu tempo de também carnavalesco.

No domingo (23) publiquei uma releitura, a que intitulei SINTO-ME COM 78 ANOS, totalmente rememorativa e no dia seguinte, fiz uma confissão, estribado em pronunciamentos do pensador Steve Jobs de que SINTO NÃO TER NADA A PERDER.

MARCO.

Comecei março, retroagindo a trinta e quatro anos atrás quando chegamos – eu e a família – de volta a Curitiba, desta vez em caráter definitivo.  SINTO-ME RETRÔ é na verdade uma desavergonhada cópia-versão de uma publicação já feita por mim, nove anos antes.

Dois dias depois, com SINTO VALOR NA VIDA, descaradamente “rebloguei” o relato de uma esperiência inesquecível e no domingo sguinte tornei a “reblogar” para com o título de SINTO BRILHAR A ESMERALDA, tecer uma reexaltação ao carinho e trabalho de minha “camareira” aqui no Lar de Idosos Recanto do Tarumã.

Se vocês pensam que parei com a mania dos “reblogs”, em SINTO PRAZER EM REVISAR, recapturei uma pérola quase perdida e no decurso do processo de “repetições em série” inclui uma evocação revelando o quanto SINTO-ME PRETENSIOSO.  Aí, invadi a área de um amigo que é palhaço de profissão e publiquei SINTO-ME VENTUROSO.

Angustiado, prossegui embarcando em “reblogs‘, para preencher minha falta de recheios para as crônicas, publiquei SINTO-ME ESPANTADO,  e logo depois, um extranhíssimo SENTI VONTADE DE ABRAÇAR, repleto de exaltações as nossas cuidadoras.

Exaltações a que dei prosseguimento dois dias depois — com sonorizado e tudo. — quando publiquei AINDA BEM,  Logo após publiquei uma “convocação” aos moradores da Casa, em condições para ajudar a turma de cuidadores da ALA 1, com o meu SINTO VIÁVEL.

Encerrei MARÇO, com uma espécie de grito de libertação, tendo Roberto Carlos como fundo musical, em minha crônica SINTO-ME LIBERTO.

ABRIL.

Primeiro de ABRIL, um óbito aqui na casa ocorrido no meio de uma crise endêmica. Só que não havia relação nenhuma entre os fatos, então me apressei a deixar tudo muito claro, publicando SINTO-ME CONVICTO, sem contar que o falecido era um morador notável e super estimado… efetivamente deixou saudades.

No primeiro domingo do mês, nossas “meninas” da enfermagem figuraram um “show” de elegância e eu SENTI O ENCANTAMENTO,  reportando-o. até que dias após decidi virtualizar um vôo panorâmico, por sôbre o Lar e decidi dar a “aventura exploratória” o título de SENTINDO-ME EM UM DRONE.

No domingo seguinte um dos nossos “anjos”, aniversariou e o cronista aqui, derretidinho, proporcionou-lhe um ABRAÇO VIRTUAL e exatamente uma semana depois, usou o blog para descaradamente se queixar, em inglês (I HAVE MY WINDOWS OPEN AGAIN) de janelas que haviam se fechado para ele… Meio metidinho, esse cara.

Depois um outro aniversário. Com um SINTO-ME PARABENIZANDO, o cara despachou mais um abraço virtual para outro “anjo” e correndo para o proximo domingo do mês arranjou um jeito de falar de suas raízes em SINTO-ME RADIANTE.

Dia 27, uma segunda, com SINTO AGUARDAR A MINHA VEZ. fui buscar e reblogar uma  postagem de sete meses atrás (setembro/2019) repleta de mensagens atualíssimas. Afinal, eu sou um moço envelhecido ou um velho remoçado? SINTO-ME INDECISO., no término do mês.

MAIO.

Começo o mês de MAIO, abordando a questão do suicidio de um artista famoso e me colho comparando-o com o de um estadista, também importante. Reflito então, a que o LIVRE ARBÍTRIO, pode nos conduzir? E logo após, minha saudação ao dia do ano mais importante para nós (e para o comércio), com SALVE O DIA DAS MÃES

Uma frase de erguimento do auto austral na quarentena é: “em casa sim, sozinho nunca“, por isso, estou no Lar de Idosos e NÃO ME SINTO SOZINHOAí, colho na Internet uma data de aniversário de minha nora americana e vou ao tradutor do Google para publicar MY AMERICAN DAUGHTER-IN-LAW.

Depois, resolvi recordar o passado, mergulhando na história do blog (“reblogando”) e produzo MEXENDO EM RAÍZES e logo após MOMENTOS, e assim encerro MAIO.

JUNHO.

Doze anos após inauguração do blog, reapresento MEUS FILHOS e, quatro dias depois exalto a proteção que tenho recebido, informando que AINDA BRILHA A ESMERALDA

No primeiro domingo de JUNHO, uma foto antiga, de cinquenta anos atrás, provoca minha vontade de pubicar PODEM CRER... No dia 02 de JUNHO, decidi “reblogar” em, DIA DOS NAMORADOS, para voltar a recordar a falecida . Aquela que  motivou meu ingresso e “estada” por aqui,

Tres dias depois, contei sôbre minha ventura de quando TORNEI-ME PAI. Na quarta-feira dia 17, com direito a trocadilho, SENTI UMA BRISA, advinda de uma jornalista que havia publicado u a matéria a meu respeito.

Na sexta “rebloguei” uma postagem maravilhosa: BANDEIRA BRANCA e logo após, no domingo, uma outra UM OBITUÁRIO, que voltava a mencionar a falecida Marisa.  No domingo outra releitura, “rebloguei” uma espécie de ensaio SOBRE A MORTE e assim encerrei o mês.

JULHO.

Inicio o mês de julho louvando o trabalho de toda a equipe contra este princípio de pandemia que chega tepestuosa sôbre todo o planeta. Parece que estamos realizando um belo trabalho de prevenção e atenção as determinações das autoridades médicas e isso eu busco mostrar  em A VOZ DO RECANTO.

No sétimo dia do mês decidi “reblogar” uma publicação de doze anos atrás em que eu fazia uma espécie de brincadeira com DE VOLTA aos SETE PECADOS CAPITAIS... Pura gozação… Já no segundo domingo do mês decidi recordar,  minha participação no grupo musical da casa, dez anos antes, em uma época livre de pandemia, em ÉRAMOS SEIS.

Em seguida, voltei a recordar a visita das minhas netas “americanas”, feita no ano passado quando constatei que as “menininhas” DECIDIDAMENTE CRESCERAM… Dando sequência linha de “lembranças” fui buscar uma dúvida surgida em 2009 e terminei conluindo que NÃO SOU UM ESTRANHO.

Trouxe ainda de volta o filósofo romano EPICTETO… e, em 2017 fui buscar uma autêntica apologia da morte em NÃO RESISTIU… Quase terminando julho achei tempo ainda para falar de pássaros barulhentos O QUERO-QUERO.

Pensam que acabaram os recuerdos em Julho? Não, ainda consegui encaixar minha prima Luciana em LETRA L e uma fórmula para SER VOLUNTÁRIO.

AGOSTO.

Iniciei agosto estabelecendo comparações entre a pandemia que nos aflige, com outras tragédias mundiais do passado… Isso em MÊS DO CACHORRO LOUCOJá no segundo sábado do mês, notifiquei a todos meu propósito de embarcar em novo esquema para difusão dessa minha palavra: WEB RÁDIO, é o nome do texto da publicação.

Segundo domingo, Dia dos Pais e eu aproveito para falar de GRATIDÃO ao Criador, por mais uma graça alcançada… Show de bola, o Recanto prossegue dando olé e dribles na pandemia, leiam A LUTA CONTINUA,.. E sintam-se convidados a degustar conosco uma PIZZA IN-MEMORIAM.

Agosto, prestes a terminar e eu recebo e atendo um HONROSO CONVITE. Curto, e logo no dia seguinte faço brotar REMINISCÊNCIAS, com que encerro o mês.

SETEMBRO.

No mês da Independência, publico uma nota sobre uma TRISTE GERAÇÃO… E no dia, procedo um “reblog” de DEPENDÊNCIA E VIDA… publicado em 2019… Já no dia 10, faço um comentário acêrca do SETEMBRO AMARELO, seguido do VERDE QUE TE QUERO, em alusão a côr do novo uniforme do pessoal da enfermagem.

Nos sete dias que antecederam o 21 de setembro, data do 99º aniversário da ONG que administra o Lar estive recluso e em ISOLADO & DESOLADO, descrevo minha odisséia. Aí chega o dia 27 e eu reedito DIAS DE SÃO COSME E DAMIÃO, publicado em 2012, com lembranças de meu tempo de infante.

Dia 28, acho a vez de reblogar 2018 com a revelação de que NÃO SOMOS IMORTAIS e fecho setembro, com SINTO BRILHAR A ESMERALDA, na despedida de minha “mãe”.

OUTUBRO.

Logo no início do mês, recomeço com mais um “reblog” de 2013, onde recordava as raízes em NO RECANTO TARUMÃ… Além do PODEM ME CHAMAR DE ALBERTO, uma lenda sentimental, logo seguida de TRISTE GERAÇÃO, um lamento!

Leitor amigo, esta é a conclusão do meu “livro”. Sinto-me profundamente honrado por sua atenção à este meu trabalho.                                  Ass. O autor: Seu Jura.