Viagem… (2014)

Janeiro Fevereiro Março Abril Maio

JANEIRO.
Foi na de janeiro de 2014 – que com certa emoção – procedi a releitura das minhas crônicas do ano para trazê-las até vocês. COM CARINHO, trouxe à  lembrança João Paulino, aniversariante do dia 05, e que já nos deixou.  Que o seu espírito se situe  em paz.

Depois disso e por causa disso, no domingo seguinte em escrever considerações sobre sentimentos. Publiquei CAPAZ DE SENTIR, com a desconfiança de que nem todos conseguem empatizar com facilidade. Se colocar no lugar do idoso é tarefa realmente difícil. Do idoso institucionalizado, então, é dificílimo.

Dia 19 de janeiro, a data de aniversário da primeira de minhas 6 irmãs, desperta sempre em mim muita alegria e disposição de viver. PRIMOGÊNITO revela o  fato com um “sem sombra de dúvida” impressionante.

Voltei-me aos tempos de docência e com PASSAR DE ANO, acabei por dar um mergulho nas questões que nos envolvem e cercam aqui no Lar; até cheguei ao cúmulo de nos comparar com velhos fuscas. Pode, uma coisa dessas…

FEVEREIRO.
Comecei fevereiro, reprisando a questão de que, viver entre pessoas foi para mim de extrema importância para moldar meu caráter. Não que eu seja o suprassumo e excelência de caráter. Mais em CONVIVENDO, acho que deu para convencer que eu não sou dos piores sujeitos na face da terra.

Eu andei inspirado em 2014, não acham. Publiquei O QUE IMPORTA pondo , no texto minhas experiências (positivas) de vida e terminei novamente tirando nacos da Internet para justificar minhas posições. Cidadão incorrigível, né?

Chegou a vez de abordar como tema, aqueles que predizem acontecimentos, em toda nossa vida e nossa história. Em PROFECIAS, dei um passeio por algumas delas mais badaladas. Mas, se no final você clicou na foto do Geisel e leu o que o cara profetizou… aí foi de dar calafrios!

Acabando fevereiro e eu escrevo DESCULPAS. Aí você leu e não gostou. Pô cara, foi mal, desculpa aí!

MARÇO.
Em março, Um libelo contra o egocentrismo, foi o que produzi em CENTRISMO, no final acabou sobrando para os celulares e smartphones…

Gente, mesmo não sendo idoso ou idosa, se liga nos preceitos do menino aqui. Ao ler PROCEDIMENTO CIRÚRGICO, memorize essas regrinhas. Não irá se arrepender mais tarde. Tô falando sério!

ABRIL.
Já estou em abril, e aí arregacei na falta de modéstia. UM CLÁSSICO. Com este título deitei,  rolei e saraivei. Após essa antipática atitude, que me deixou meio sem graça, publiquei DESCONFORTO. Ótimo uma vez que estava me sentindo desconfortável pelo Clássico.

MAIO.
Em maio, Junto à lembrança dos 19 anos da minha neta “americanizada”, Giovanna, com uma enorme visão da vida, decido evocar uma obra literária de José Saramago, “O Ensaio sobre a Cegueira”, em minha crônica NÃO QUER VER. A obra do escritor até virou filme e me invocou lembranças de um  passado recente.

Escolhi para o segundo “post” de maio um tema ADAPTAÇÃO, de certa forma saudando a capacidade de minhas duas noras, como referência à lições de boa convivência para algumas possíveis leitoras minhas, principalmente, para mim mesmo, em meu convívio aqui no Lar, com tantos diferentes.

Para assuntos controversos decidi atribuir à minha terceira crônica do mês, um título esquisito e meio louco: ANTIMANICOMIAL.   Após ter relido este meu trabalho, pude constatar que relações interpessoais estavam, e estão, seriamente comprometidas com a sanidade… Ou estou enganado?…

Em fins de maio, senti um certo lirismo brotar, aí publiquei OUTONEAR, onde logrei pôr para fora o poeta reprimido, que nunca consegui ser. Não sabia mais tudo aquilo era o prenúncio de um grande distanciamento que acabaria havendo entre eu este Blog que estou aprendendo cada vez a amar.

Foram 22 meses que me separaram dele. Mas, voltei em  março de 2017.